Vitamina D3 1000 UI
Regulador lipossolúvel. 25 µg/dia, 25% do limite tolerável EFSA.
A D3 é uma vitamina lipossolúvel com papel regulador amplo. A pele sintetiza-a ao receber radiação UVB e o organismo ativa-a em dois passos (fígado e rim) antes de atuar nos tecidos. Intervém em processos que vão da mineralização óssea à modulação imunitária — uma função de regulação fisiológica com evidência documentada.
D3 (colecalciferol) e D2 (ergocalciferol) são formas químicas distintas. Vários estudos mostram que a D3 é significativamente mais eficaz para elevar e manter os níveis séricos de 25(OH)D de forma estável. A KLOTHOS escolhe D3 por essa eficácia documentada, não por narrativa. O rótulo que indica a forma é critério, não capricho.
A D3 entrou na fórmula KLOTHOS como resposta a um padrão estrutural do estilo de vida moderno — vidas de interior, uso habitual de protetor solar, latitudes com UVB insuficiente no inverno — que produz défice transversal independentemente do perfil. A dose reflete essa lógica: 25 µg (1000 UI) por stick, 25% do limite tolerável EFSA. Para défices severos existem protocolos médicos específicos que ficam fora do enquadramento suplementar. Aqui a função é de coerência fisiológica com uso contínuo.
A vitamina D3 participa em processos reguladores que, quando falham, afetam ossos, músculos e imunidade. Em doses de manutenção, o seu papel é sustentar infraestrutura fisiológica com uso contínuo. Para quadros terapêuticos existem protocolos médicos dedicados.
— Posição KLOTHOSContribui para o funcionamento normal do sistema imunitário. Modula a resposta inata e adaptativa dentro de parâmetros fisiológicos. Mantém o equilíbrio do sistema no seu intervalo funcional normal.
Contribui para a manutenção de ossos normais e para a absorção e utilização normais de cálcio e fósforo. Sem D suficiente, o intestino absorve apenas 10–15% do cálcio alimentar; com níveis adequados sobe para 30–40%. Sem magnésio suficiente, a D3 permanece na sua forma de armazenamento (25-OH) e não se converte em forma ativa (1,25-OH). O eixo D3-Magnésio-Cálcio é fisiologicamente indivisível — razão estrutural da sua coexistência na fórmula.
Evidência em exploração. Estudos observacionais documentam correlações entre níveis baixos de 25(OH)D e prevalência de estados depressivos. Os ensaios de intervenção apresentam resultados mistos: sinal biologicamente plausível, insuficiente para afirmação categórica.
«Vivo em Portugal, o sol já cobre a minha vitamina D»
Portugal regista insuficiência de vitamina D comparável ao norte da Europa. Interior, protetor solar e latitudes limitam a síntese cutânea abaixo do esperado.
«Mais vitamina D é sempre melhor»
A D3 acumula-se em tecido adiposo e fígado. Excessos sustentados provocam hipercalcemia e consequências renais. A EFSA fixa o limite em 100 µg/dia. Mais sem análise é risco.
«Se me sinto cansado, provavelmente é falta de D»
Fadiga, dor articular e irritabilidade são sintomas inespecíficos. Podem indicar défice de ferro, B12, alterações tiroideias ou sono deficiente. Só uma análise de 25(OH)D confirma o estatuto real.
«Com alimentação equilibrada já chega»
A dieta fornece apenas 10–20% da vitamina D corporal. Fontes alimentares limitadas (peixe gordo, gema, cogumelos UV). A suplementação complementa esse aporte em vida de interior.
«D3 e D2 são o mesmo, só muda o nome»
D3 (colecalciferol) e D2 (ergocalciferol) são formas químicas distintas. A D3 mantém níveis séricos mais estáveis. Suplementos económicos usam D2 sem o indicar; ler o rótulo é critério.
A KLOTHOS inclui 25 µg (1000 UI) de colecalciferol por stick diário. Dose de manutenção dentro da margem de segurança EFSA — representa 25% do limite tolerável. Corresponde ao enquadramento funcional para uso contínuo; protocolos terapêuticos ou de reposição de défices severos requerem acompanhamento médico.
A D3 não atua de imediato. Os níveis séricos de 25(OH)D sobem progressivamente até alcançar um plateau estável. Esta é a curva habitual com 1000 UI/dia de colecalciferol.